Pensentires em Prosas, Versos e Sonhares.

Voar junto e dar ASAS aos Sonhos, amplia possibilidades, de viver-se intensamente.

Textos



HUMOR do “outro Mundo”


(Dois afetos - * e @)
* Andou sumido!
@ Morri!

* Morreu? Como?
* Deixa de gozação!
@ Não é gozação! É fato!

@ Não se lembra? Bebemos todas!

@ Na volta pra casa beijamos um poste!



NEU*




NEU-teatro É CULTURA
 
"A imortalidade é uma das melhores aulas de Jesus" (Luiz Carlos Formiga)
 
 Renato Prieto já disse que “Quem é morto sempre aparece”.
Agora afirma: "A MORTE É UMA PIADA" no Teatro...
(Teatro Princesa Isabel - Copacabana)

 
  http://www.jornaldosespiritos.com/2007.3/col49.10.htm
renatoprieto.wordpress.com


 
Os vivos do CÉU
A morte é uma mudança de estilo de vida
dr. LUIZ CARLOS FORMIGA

O que é a morte? A resposta depende da vertente da ciência em que se insere o pesquisador. Faça-o responder primeiro a pergunta: O que somos? Se ele responder que somos impulsos eletroquímicos num biocomputador que se originou por acaso, num universo de partículas matérias mortas e que se movimentam  aleatoriamente, certamente a morte é o nada. Embora isto seja apenas uma questão de fé, uma vez que a ciência ainda não o demonstrou. Aliás a ciência enquanto estiver voltada para fora e para a observação do exterior nada pode dizer a respeito do significado e do propósito da vida. “É chocante, mas verdadeiro que hoje conhecemos melhor o átomo, que a mente que conhece o átomo".
A vertente espiritualista da ciência possui outra leitura da morte. Ela vê a morte como a interrupção do fenômeno da reencarnação. Logo que ocorre o desenlace pela morte do corpo físico o espírito, se for um ser lúcido, ele recupera a plenitude das suas faculdades. Com a morte perdemos o corpo e continuamos na vida além da sepultura. Poderíamos dizer que a morte é uma mudança de estilo de vida. As evidências científicas estão sempre apontando neste sentido.
A primeira conferência internacional sobre a investigação paranormal, realizada na universidade do Colorado (USA), entre 7 e 10 de julho de 1988, após rigoroso exame, publicou em sua ata um manifesto em favor do reconhecimento científico da hipótese da reencarnação. Fonte
http://recantodasletras.uol.com.br/mensagensdeamor/1931754
Qual o sentido da vida?
 


Quem é vivo desaparece?
A imortalidade é uma das melhores aulas de Jesus
dr. LUIZ CARLOS FORMIGA

Crianças precisam de paradigmas. Ao pararmos para refletir, lembramos da iconoclastia. Quando menino, Jesus surpreendeu os doutores. Posteriormente, a imortalidade foi certamente uma de suas melhores aulas práticas. Hoje é nosso guia e modelo.
Recordemos Franz Liszt não tão distante de nossa realidade. Giovanni Scognamillo resgata do artista idéias espiritualistas, no Anuário Histórico Espírita, 2006, Edição CCDPE & EME. SP.
Liszt foi capaz de tornar-se mais luminoso a cada prova que passava. Engrandecido pela dor bem suportada, descobre a música sacra e compõe a “Gôndola Fúnebre”. Após a experiência dolorosa da morte de seu filho, imprime novo rumo no conceito de interpretar a vida. Isso é fácil de perceber no poema sinfônico “Os Mortos”, feito em memória de Daniel.
Após produzir mais de 1.500 peças musicais sente vontade de relatar, em música, a epopéia de Jesus Nazareno. Havia prometido a amigos que não sairia deste mundo sem antes render homenagem ao Mestre, que para ele representou o protótipo da sublime perfeição. Surge, então, o poema sinfônico “Cristo”.
Liszt  não se deixava envaidecer e após receber homenagem em honrosa reunião se depara com o filho Daniel semimaterializado. O espírito faz leve aceno de mão e mostra discreto sorriso, emoldurado pela alegre fisionomia.
Não temos dúvidas quanto à necessidade deste conteúdo de ensino. Muitos desconfiam da educação que apenas tende a fazer homens instruídos, descrentes e corruptíveis.
Com pesar deixamos Liszt e retornamos à atual realidade, numa sexta-feira, 13 de julho de 2007, enquanto uma nuvem escura paira sobre o Senado em Brasília. O dias são difíceis, teremos que esperar outra eleição e não mais votar nessa classe de espíritos. Agora, jejum e oração.
Como avaliar a corrupção?
Difícil responder, avaliar nem sempre é fácil.
Segundo um diretor do Banco Mundial (BIRD), o índice de controle de corrupção “mede a extensão em que o poder público é usado para ganhos particulares.” Entre nós, temos bons exemplos.
O índice de controle inclui “pequenas e grandes formas de corrupção”, assim como “o seqüestro do Estado pelos interesses privados.”
Pelo recente estudo do BIRD, o controle da corrupção no Brasil atingiu o seu pior patamar em dez anos.
Outras doenças também aumentaram seus números. Uma delas é avaliada pela qualidade de serviços públicos; a independência do governo e implementação de políticas. Uma segunda é avaliada pelos sinais e sintomas de inabilidade de implementar leis que estimulam o setor privado. Onde o Brasil apresenta a febre alta é na “Força da Lei”, avaliada em termos da confiabilidade da polícia e do judiciário.
Juca de Oliveira não escondeu sua decepção, no Jornal do Brasil (JB), 10 de julho de 2007. Ele diz que a política brasileira é um terreno fértil para o escritor. Hoje coloca no palco Bibi Ferreira em uma história que trata da corrupção. Confessa que o texto foi inspirado num caso, nos anos 90, de uma ex-ministra com um ex-deputado.
A política é a arte de criar o bem de todos, mas a grande maioria não é apaixonada pelo tema.
Após a próxima eleição, seremos responsáveis pelos resultados do novo governo?  “O custo de vida depende das decisões políticas e é desta ignorância que nasce o pior de todos os bandidos, o político vigarista e corrupto.”
Façamos a opção política pela educação que tende a fazer homens de bem, tendo em mente que o período infantil é o mais propício. Na educação para a ética, da criança ao universitário, o teatro é boa estratégia.
Juca de Oliveira oferece contribuição para a ética na política, mas é Renato Prieto quem investe no despertar das consciências para a imortalidade. No planeta regenerado haverá predomínio de espíritos propensos à ética. Estaremos mais evoluídos e de posse das evidências científicas da imortalidade da alma; da existência do mundo espiritual;  da transparência. Certamente será mais fácil escolher os candidatos.
Agora precisamos agir para não nos acostumarmos com a corrupção. Nossa população infanto-juvenil não pode acabar aceitando tudo como se fosse normal. Isso já aconteceu com o álcool e o cigarro de tabaco. Por causa do cigarro  Chico Anísio sente-se afogar num mar de oxigênio.
Liszt ao término de uma apresentação recebe as palmas mas também a notícia da morte da filha, no parto complicado. Humilde o artista declara: “não busquemos cicatrizar as feridas da alma, nem curar-lhe as dores. A dor, bem aceita, é que nos resgata. Cada um tem um tributo a pagar, e quando se recusa a isso, ele lhe é imposto.” Esta maneira de interpretar as tormentas da vida é uma clara adesão à Lei de Causa e Efeito. Em seguida, compõe o poema sinfônico “Do berço ao túmulo”, em memória da filha.
Como fica a alma depois da morte do corpo? Aqui o professor é Kardec. Um dos livros é “O Céu e o Inferno”. Para ter uma idéia do seu conteúdo, assista a aula com Renato Prieto - “Quem é morto sempre aparece”. Você vai rir e se emocionar, mesmo não sendo médium vidente
http://www.jornaldosespiritos.com/2007.3/col49.5.htm
 





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Links Espíritas/NEU*
http://juli.recantodasletras.com.br/visualizar.php?idt=1987995

*
Núcleo Espírita Universitário



Juli Lima
Enviado por Juli Lima em 10/01/2010
Alterado em 03/02/2010
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